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Manejo (Protecção, pt) da DoençaOpções de manejo no pré-plantio (Meios de protecção na pré-plantação, pt)
Escolha do local de plantio: Boa drenagem e boa circulação do ar deverão auxiliar na diminuição dos níveis de umidade (humidade, pt) na copa (parte aerea, pt) da planta. Campos cercados por árvores (Figura 24) e vegetação densa devem ser evitados. O posicionamento do campo de cultivo pode influenciar a facilidade e freqüência de aplicações de fungicidas. Rotação de cultura: Rotações de dois ou três anos com culturas que não são hospedeiras do patógeno são recomendadas. Além da batateira e tomateiro, várias ervas-daninhas e plantas ornamentais da família das solanáceas são reconhecidamente suscetíveis à requeima (ao míldio, pt). Se ocorrer reprodução generalizada de oósporos, o planejamento da rotação pode ser modificado para acomodar esta nova fonte de inóculo. O patógeno sobrevive em tubérculos infectados que sofrem deterioração relativamente rápida, mas oósporos podem sobreviver no solo por vários anos. Eliminação do inóculo sobrevivente: Na ausência de oósporos, tubérculos infectados durante a temporada anterior são a mais importante fonte de inóculo inicial. Tubérculos sobreviventes podem ser encontrados em pilhas de refugo de colheita (Figura 20) e tubérculos deixados no campo após a colheita. Refugos (restos de cultura, pt) devem ser deixados na superfície do solo para serem expostos ao congelamento durante o inverno, transportados por caminhão para aterros, ou enterrados a, pelo menos, 1 metro (3 pés) de profundidade. Os tubérculos também podem ser utilizados para alimentação de animais, desde que sejam utilizados de maneira segura e que sejam depositados sobre superfícies impermeáveis. Plantas voluntárias devem ser destruídas durante a primavera para minimizar o inóculo inicial.
Plantio de tubérculos livres do patógeno: Somente tubérculos-semente certificados (Figura 25) devem ser plantados. Entretanto, no presente momento (2005), até mesmo tubérculos-semente certificados podem ter até 1% de incidência de requeima (míldio, pt). Tratamentos com fungicidas estão disponíveis para proteger os tubérculos-semente de cortes recentes. Manejo (Protecção, pt) em campos estabelecidos de batata Irrigação (Rega, pt): Minimizar o tempo de molhamento das folhas ajuda a prevenir infecção foliar (Figura 26). A irrigação (rega, pt) deve ser programada de tal maneira que a duração do período de orvalho da noite não seja estendido, isto é, não se deve irrigar no fim da tarde, no começo da noite ou pela manhã. Esse cuidado garante que as plantas vão ter tempo para secar. Irrigação (Rega, pt) excessiva pode remover um pouco do solo que cobre (amontoa) a base das plantas, expondo tubérculos a um grande potencial de infecção.
Fertilização: Excesso de fertilização por nitrogênio (azotada, pt) aumenta a copa (superficie foliar, pt) das plantas, causa atraso na maturação e pode reduzir a produção. O atraso da maturação resulta em mais exposição das folhas ao potencial de infecção por mais tempo, aumentando o risco de requeima (míldio, pt). Monitoramento (Monitorização, pt) da doença: Inspeções de campo alertam produtores de que o potencial para ataques severos da doença é eminente. O monitoramente (monitorização, pt) deve ter como alvo as áreas onde a umidade (humidade, pt) persiste (depressões do terreno, perto de cercas e árvores e onde aplicações de fungicidas podem ser dificultadas em função das obstruções (bordas, árvores, postes). Plantas infectadas devem ser queimadas ou enterradas, caso áreas de “alto risco” sejam encontradas. A temperatura da temporada (estação de crescimento, pt), umidade (humidade, pt) relativa, freqüência de chuva são usadas para predizer períodos de infecção, baseado em padrões históricos da evolução da doença. Alguns produtores aplicam fungicidas quando há previsão de que o desenvolvimento da doença é provável, o que pode ser mais arriscado do que aplicações preventivas de fungicidas. Sistemas de previsão (Figura 27) para a requeima (míldio, pt) incluem o sistema Hyre, o sistema Wallin e o BLITECAST que incorpora ambos. Algumas unidades de microcomputadores comerciais estão disponíveis para fazer previsões.
Aplicações de Fungicidas: Aplicações de fungicidas (Figuras 1, 28) representam um importante meio de manejo da requeima (protecção do míldio, pt), particularmente em áreas úmidas (húmidas, pt). Fungicidas de contacto são efetivos e não se tem notícia de que possam resultar em resistência do patógeno depois de muitos anos de uso. Esses fungicidas fazem a cobertura das folhas para prevenir a infecção, mas não podem impedir a infecção uma vez iniciada. Os fungicidas de contacto devem ser aplicados sobre as plantas antes da exposição aos esporos. Fungicidas sistêmicos podem oferecer algum controle pós-infecção. A maior parte das linhagens (estirpes, pt) de P. infestans recentemente introduzidas representam uma preocupação especial devido à sua resistência ao metalaxyl/mefenoxam. No começo dos anos 90, alguns produtores perderam áreas de plantio (plantação, pt) inteiras (Figura 29) para essas linhagens (estirpes, pt). Autorizações especiais foram emitidas para uso de fungicidas ainda não registrados nos Estados Unidos, mas que estavam disponíveis na Europa e outras áreas. Alguns fungicidas sistêmicos novos, como Acrobat (dimethomorph) e Curzate (cymoxanil), foram recentemente registrados. Além disso, os produtores têm sido estimulados a concentrar no uso profilático de fungicidas de contacto. Alguns produtores rotineiramente utilizam fungicidas de contacto nas fases iniciais da temporada de plantio, porém eles têm que se apoiar nos sistemas de previsão de tempo depois que as plantas amadurecem e a copa das plantas já esta estabelecida.
Manejo (Medidas de controlo, pt) para a colheita e armazenamento Copyright © 2007 |